Acidentes de Viação · Ramos Correia & Associados

Foi vítima de um acidente de viação?

Acompanhamos vítimas de acidentes de viação na defesa dos seus direitos. Antes de aceitar a proposta da seguradora, ouça um advogado.

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Ramos Correia & Associados

Quem somos e como podemos ajudar

A Ramos Correia & Associados acompanha quem foi vítima de um acidente de viação. Um acidente muda a vida de um dia para o outro, e é injusto ter de enfrentar sozinho a seguradora, as dores e a burocracia.

Ao seu lado, explicamos cada passo em linguagem clara, assumimos o processo por si e atuamos com diligência e justiça na defesa dos seus direitos. Para que ninguém tenha de aceitar menos do que é justo.

A vítima de um acidente tem direito a ser ouvida, defendida e integralmente reparada. Tudo o resto é injustiça com nome técnico.

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Reconhece-se numa destas situações?

Toque num cartão para saber quais os seus direitos.

Condutores não culpados Se o acidente não foi culpa sua, tem direito a ser reparado por todos os danos que sofreu.
Passageiros É uma vítima protegida, mesmo quando o condutor do seu veículo teve culpa.
Peões Atropelado enquanto caminhava? A lei protege quem vai a pé, e os seus direitos são reais.
Motociclistas Nas duas rodas as lesões são muitas vezes graves, e defender os seus direitos exige rigor.
Ciclistas A lei protege-o também sobre a bicicleta. Saiba o que pode reclamar.
Familiares em caso de óbito Cônjuge, filhos e pais têm direito a ser indemnizados. Acompanhamos com o cuidado que o momento exige.
Incapacidade permanente Se ficou com sequelas que o impedem de trabalhar ou viver como antes, essa perda tem de ser reparada.
Culpa parcial Mesmo com parte da culpa, pode ainda ter direito a ser reparado. Vale a pena avaliar.
Veículo sem seguro ou não identificado Se o outro condutor fugiu ou não tinha seguro, há proteção através do Fundo de Garantia Automóvel.
Danos próprios Mesmo em acidentes sem outro culpado, a sua cobertura de danos próprios pode responder. Saiba como acionar.
Privação de uso Ficou sem carro enquanto era reparado? Também esse tempo sem o seu veículo é indemnizável.

Nós tratamos do processo. Trate apenas de recuperar.

Assunção total da comunicação com a seguradora

Pedido de provisões antecipadas

Acompanhamento em perícias e juntas médicas

Preparação técnica da reclamação

Negociação extrajudicial firme

Ação judicial quando necessário

Estruturação da indemnização, quando obtida

O seu caminho da fragilidade à justiça: um processo claro, rigoroso e sempre a seu lado

01

Primeiro contacto

Conte-nos o que aconteceu através do formulário. Em 24 horas recebe a nossa resposta e marcamos uma reunião, presencial num dos nossos escritórios ou online.

02

Análise do seu caso

Ouvimos o que aconteceu e analisamos toda a documentação relevante, para lhe darmos uma leitura clara dos seus direitos e do caminho a seguir. Só avançamos consigo se houver um caso a defender.

03

Plano de ação

Apresentamos-lhe uma estratégia clara para o seu caso, com os próximos passos bem definidos. A partir daí, assumimos o processo por si.

Uma sociedade presente na comunidade empresarial

O nosso compromisso vai além do processo jurídico. Estamos onde os negócios se discutem, se ensinam e se constroem.

Membro

Câmaras de Comércio

Somos membros de câmaras de comércio e acompanhamos de perto iniciativas dirigidas à comunidade empresarial.

Formação

Ensino e Formação

Lecionamos e damos formação em direito, em colaboração próxima com empresários e equipas de gestão.

Eventos

Conferências e Encontros

Participamos regularmente em conferências e encontros dedicados ao direito e à gestão empresarial.

Networking

Empreendedorismo e Networking

Fazemos parte de uma associação de empreendedorismo e networking que promove parcerias e partilha de conhecimento entre empresas.

Deixe os seus contactos e recupere o controlo do seu processo

A sua situação

O tratamento dos seus dados respeita o RGPD. Consulte a nossa Política de Privacidade.

Perguntas Frequentes: Encontre as respostas que precisa

Não. A proposta é, em regra, uma proposta de negociação. A vítima tem o direito de a recusar e de fundamentar uma contraproposta. Em caso de impasse, há mecanismos extrajudiciais e judiciais disponíveis.

Os prazos variam consoante a complexidade clínica, a postura da seguradora e a via escolhida (acordo ou ação judicial). Não é prudente apresentar estimativas fora do contexto de um caso concreto.

Pode. A circunstância de a travessia se ter feito fora da passadeira pode pesar na imputação da responsabilidade, mas não exclui, em si mesma, o direito à indemnização. Cada caso é avaliado pelas suas circunstâncias concretas.

Existem mecanismos legais previstos para situações em que o veículo causador é desconhecido ou não tem seguro válido, designadamente o recurso ao Fundo de Garantia Automóvel. As condições e os limites estão definidos na lei.

A lei prevê prazos de prescrição, com regras específicas para a responsabilidade civil emergente de acidente de viação. É prudente avaliar a situação o mais cedo possível, dado que os prazos correm em silêncio.

Em regra, a quitação é vinculativa. Há, no entanto, situações específicas em que pode ser questionada (por exemplo, vícios da vontade, ou complementos previstos no próprio acordo). Cada caso é avaliado pelas suas circunstâncias.

Em regra, sim. A junta médica é, em muitos casos, o momento que estabiliza a discussão técnica. A sua realização depende, no entanto, da fase em que o processo se encontra.

O dano biológico abrange a diminuição funcional do corpo e o impacto na qualidade de vida, autónomo em relação à perda de rendimento. A sua quantificação faz-se à luz das tabelas e da jurisprudência aplicáveis.

Depende do caso. A regra geral aponta para o prazo previsto no artigo 498.º do Código Civil, podendo ser estendido nas situações em que o facto tem natureza criminal e o prazo penal é mais longo. Há, ainda, causas de suspensão e interrupção a ponderar.

Depende. A circunstância de a seguradora afirmar que o caso está fechado não é, por si só, equivalente à prescrição do direito. Importa verificar o estado processual, eventuais declarações assinadas e o que ainda pode ser reclamado.

Em regra, é prudente aguardar a estabilização clínica para discutir o valor final, sem prejuízo das diligências processuais que possam ter de ser feitas antes para acautelar prazos.

Não deixe a burocracia decidir o que é seu por direito.

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